Indústria

Acabei de assistir na globo “Inspetor Bugiganga 2”. Que, como a imensa maioria das continuações, decepcionou. Mas isso não vem ao caso agora, o que interessa é que o filme foi o empurrão que faltava para este post que eu a muito queria publicar, sobre minhas reflexões a respeito da indústria.

Como eu gosto de fazer, vou tentar me expressar atraves de ilustrações. Vou mostrar casos em que a indústria influiu diretamente na minha vida, ou nem tanto assim… positiva ou negativamente.

Desde que eu coloquei aparelho nos dentes, a cerca de 6 meses, o maior problema que eu enfrentava era não poder mais mascar chiclete (((falando assim, se esse é meu maior problema, que vida boa que eu levo!))) mas eis que a industria trouxe a solução: a Adams lançou o Trident em forma de Tic-Tac!!! Perfeito! todos os efeitos benéficos da goma de mascar, sem que eu tenha que comprar briga com o meu ortodentista.

Outro dia, no nosso churras farroupilha, levantou-se a discussão sobre se a Ford ainda fabricava o Ka, seu carrinho de brinqued… popular. Trabalho com cotação de veículos lá na BV, pesquisei, foi fácil. Não só ainda existe Ka 0km, como um de seus modelos leva a extensão mp3 no nome, por dar de brinde um mp3 player. A piada veio pronta: qual dos dois é o brinde???

Eu gosto bastante e recomendo o creme de barbear da Bozano, com aloe vera. Mas eu enfrentava dificuldades ao me barbear, pois seu tubo era como os de pomadas: de papelão. E isso lhe confere dois defeitos, a imaleabilidade e a fragilidade. Resultado? meu tubo sempre rasgava bem antes de terminar o conteúdo e eu nunca podia aproveitar todo o creme. Isso me incomodava bastante, cheguei a anotar o 0800 deles pra reclamar, mas pelos mesmos motivos que me levaram a quase não escrever esse post eu fui adiando a minha reclamação. Porém outro dia lá no Super qual não foi o tamanho da minha surpresa e satisfação ao ver a nova embalagem do meu creme predileto! plástica e prática como as de pasta de dente! Acho que estou desenvolvendo minhas faculdades de telepatia.

Vi na propaganda da nova kaiser ((tudo que é ruim eles chamam de novo para tentar uma nova chance de vender: nova schin está aí comprovando…)) que agora eles pertencem a uma cervejaria multinacional, a Femsa. Eles produzem 7 bilhoes de litros de ceva por ano – dados extraídos da peça mencionada. Isso daria, se todos os 6 bilhoes de habitantes do mundo bebessem, aproximadamente 1,18 litros por pessoa por ano, ou 2 garrafas – cálculo feito de cabeça, em 1,18 segundos. Mas entre as cervejas que eles fabricam estão a Carlsberg, a Sol e agora a Kaiser. Alguém aí quer as minhas duas cevas?

PS.: nenhuma das empresas aqui citadas, nem tampouco suas concorrentes me pagaram por este texto.

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