Curtas

Sim, Senhor – 2/5
Alguém pegou o GENIAL O Mentiroso, deu Ctrl +C seguido de Ctrl + V e mudou as frases da voz passiva para a voz ativa com o intuito de fazer parecer um filme diferente. Mas tem momentos bastante engraçados e divertidos, apesar do final mais forçado do que Gilberto Silva na seleção.

O Procurado – 1/5
Quase duas horas de Angelina Jolie fazendo cara de “eu sou fodona”, reviravoltas irritantes e bullet-times recauchutados. Um filme de ação nada inspirado, que se vangloria apenas da Sra. Brad Pitt e de ter seus protagonistas atirando de TRIVELA quando necessário.

A Família Savage – 5/5
Philip Seymour Hoffman absolutamente genial, como de costume, e acompanhado por uma Laura Linney jogando no mesmo nível. Sem exageros, sem dramatizações, sem grandes conflitos aparentes, a diretora Tamara Jenkins conta uma história emocionante.

Revolver – 3/5
Após casar com a Madonna, Guy Ritchie SAOPAULINEOU e deixou de lado seus filmes vikings para fazer o intragável Destino Insólito. Com Revolver o cara voltou às películas de gângsters, mas acaba perdendo o fio da meada quando adiciona elementos psicológicos na tentativa de construir uma reviravolta. Eu gostava mais quando ele resolvia as intrincadas tramas de suas obras simplesmente matando todo mundo.

Kung-Fu Panda – 3/5
É incrível como as animações da Dramworks e da Pixar mantém-se do nível “bom” pra cima. Kung-Fu Panda pode não ser um Wall-E ou Shrek, mas garante boas risadas em noventa e poucos minutos de diversão intensa.

Coraline e o Mundo Secreto – 4/5
Por falar em animações, eis aí uma que reuniu a velha técnica de massinha Stop-Motion com projeção 3D, e se saiu bem. A história é assutadora na medida certa, as personagens são interessantes, o visual é digno de levantar do sofá e erguer os braços em comemoração (a projeção 3D, aliás, é espetacular). Foda é aguentar a pirralhada no cinema, mas ei, tudo pela sétima arte.

Trovão Tropical – 3/5
Robert Downey Jr. e Jack Black, ambos completamente alucinados, atuam no mesmo nível do Romário em 1994, carregando nas costas um filme com uma boa idéia mal aproveitada.

South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes – 5/5
Não tem como não dar nota máxima para um desenho que tem o seguinte diálogo, entre um garoto e o chef do refeitório escolar:
– Chef, como eu faço para uma garota gostar mais de mim do que de outro?
– Ah, é fácil, você só precisa encontrar o clitóris.

EuroTrip – 4/5
Apesar de (poucos) momentos previsíveis e clichês e idiotas, o filme nunca se leva a sério. Assim, ao invés de soar preconceituosa, a visão estereotipada com que os povos europeus são tratados dá margem para uma série de piadas que funcionam como um relógio suiço (desculpem, não deu pra resistir). Sem contar que Vinnie Jones tocando o terror nos franceses é uma cena inesquecível.

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