Frases impactantes e pertinentes

“Clássico é clássico e vice-versa”

Pérola de Jardel, ex-atacante, centroavante, trombador, carrasco e GOLEADOR da verdadeira força tricolor instalada neste país.

Amanhã o Grêmio não terá Jardel, nem Renato, Anderson, Ronaldinho, Marcelinho ou nenhum dos talentos produzidos no Monumental ao longo de mais de cem anos de história.

Mas Gre-nal é Gre-nal. É surpreendente, ilógico, irracional. Então, se for pra apostar, aposto no meu tricolor do coração. Sempre.

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A Terra é… Verde e amarela?!

Então foi. Ontem de noite partiu a primeira missão espacial que levava junto um astronauta brasileiro. O tenente-coronel da Aeronáutica foi pro espaço, pleno de sorrisos e sinais de positivo, com câmeras e flashes ao redor.

Pela bagatela de US$10 milhões, em função de uma parceria entre Brasil e Rússia.

Minhas lembranças às criancinhas passando fome.

Beijos nas gurias, abraços pro resto.

31 canções

É, eu sei, imitei o cara de novo… mas é uma idéia tão boa que eu não podia deixar passar – e seria bala se eu não fosse o único. Não são necessariamente as minhas canções favoritas, ou as melhores. Apenas algumas músicas e o que eu associo com elas.

1. Baba O’Riley – The Who

Pra qualquer momento de qualquer vida

2. Acquiesce – Oasis

Pra amizade

3. Long May You Run – Neil Young

Pra tocar sozinho no violão

4. Flake – Jack Johnson

Pra tocar numa roda de violão

5. Breath – Pearl Jam

Pra tocar na guitarra

6. Rádio Pirata – RPM

Pra tocar numa banda

7. Where the streets have no name – U2

Pra pular

8. Yellow LedBetter – Pearl Jam

Pra despedidas

9. Piano Bar – Engenheiros do Hawaii

Pra amores que não deram certo

10. Substitute – The Who

Pra mandar esses amores que não deram certo tomar no c*

11. After the Gold Rush – Neil Young

Pra apertar o coração

12. Bad – U2

Pra rasgar de vez o coração

13. Black – Pearl Jam

Pra triturar, amassar, pisar em cima, jogar o coração na privada e dar a descarga

14. The Rising – Bruce Springsteen

Pra se levantar

15. Bonehead’s Bank Holiday – Oasis

Pra ficar feliz sem motivo aparente

16. Tiny Dancer – Elton John

Pra ficar com vontade de cantar sem motivo aparente

17. Run Like Hell – Pink Floyd

Pra sair correndo sem motivo aparente

18. Drift Away – Uncle Kracker

Pra fugir

19. Rockin’ In The Free World – Neil Young

Pra perder a noção

20. Cochise – Audioslave

Pra perder completamente a noção

21. Vertigo – U2

(Pra perder completamente a noção)²

22. February Stars – Foo Fighters

Pra olhar o céu de noite

23. Stairway to Heaven – Led Zeppelin

Pra chover no molhado

24. Roadhouse Blues – The Doors

Pra qualquer viagem de carro

25. Wish You Were Here – Pink Floyd

Pra saudade

26. Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town – Pearl Jam

Pra reencontros

28. Sometimes You Cant Make it On Your Own – U2

Pra viver

28. November Rain – Guns’n Roses

Pra alguém

29. Don’t Look Back in Anger – Oasis

Pra fazer um coro de vozes

30. Free Fallin – Tom Petty

Pra gritar

31. Given to Fly – Pearl Jam

Pra voar sem sair do chão

Esse post é uma bomba

Mil desculpas, mas não resisti ao trocadalho (do carilho). Na real, é um post sério: no bLog Baghdad Burning, temos o outro lado sobre a invasão do Iraque – o lado do povo que não tinha nada a ver com a história.
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The Beginning…
So this is the beginning for me, I guess. I never thought I’d start my own weblog… All I could think, every time I wanted to start one was “but who will read it?” I guess I’ve got nothing to lose… but I’m warning you- expect a lot of complaining and ranting. I looked for a ‘rantlog’ but this is the best Google came up with.

A little bit about myself: I’m female, Iraqi and 24. I survived the war. That’s all you need to know. It’s all that matters these days anyway.

Riverbend
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Riverbend é um pseudônimo. E cada linha desse bLog é um tapa na cara – mais ou menos que nem Os Malvados, mas sem a menor graça.

Beijos nas gurias, abraços pro resto.

Resumo cinematrográfico dos filmes vistos em DVD

Breves comentários sobre os filmes que vi nesse último fim-de-semana:

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Ah, esse me arrependo de não ter visto no cinema. Quem diria que são os mesmos personages do bobinho (mas legal) Harry Potter e a Pedra Filosofal? No quarto filme da série, o piá tem seu nome misteriosamente escolhido para participar do Torneio Tribuxo, ao mesmo tempo que lida com evidências da volta de Voldemort (o vilão da história).

A aventura é bem conduzida, fluindo de maneira incrível. Os desafios do Torneio Tribuxo não estão lá apenas para encher linguiça, e o protagonista sai deles realmente machucado e com cicatrizes (físicas e emocionais). O filme prende a atenção do espectador, seja pelos mistérios, pela aventura ou pelas ótimas tiradas cômicas. No entanto, a sequência que começa com os participantes do torneio entrando em um labirinto e termina com Potter de volta ao estádio merece ser citada. Dramática e assustadora, ela possui uma intensidade desconcertante, e choca de uma maneira cruel e seca. Quando a situação “foi resolvida” (é com aspas mesmo), me surpreendi ao perceber que ainda sentia a angústia e a tensão que o filme passou. Definitivamente Harry Potter não é mais uma franquia para crianças. Definitivamente.

Herói

Deu início ao I Movimento do Parnasianismo Cinematográfico (proposto pelo Kleiton), se não me engano. Falar do visual é chover no molhado: fotografia, figurino, direção de arte, etc… são espetaculares. Os cenários são de tirar o fôlego. Cada plano foi pensado como uma obra de arte. É realmente impressiontante. Mas fora isso…

Bem, fora isso não sobra nada. A história é pífia, os diálogos muitas vezes risíveis (“as chamas das minhas velas captaram suas intenções assassinas”), o ritmo é trancado… Além do mais, as lutas são de uma chatice impressionante, um “mais do mesmo” do que foi visto em Matrix e O Tigre e o Dragão. Em nenhum momento elas conseguem empolgar, (para assistiram a um combate REALMENTE foda, sugiro a batalha Heitor x Aquiles no filme Tróia)e foi difícil resitir à tentação de apertar o FF enquanto eles ficam pulando e batendo espadas sem vontade nenhuma (o que é uma pena, já que aquele cenário do lago é impressionate e poderia resultar em uma luta inesquecível). Com uma bela e edificante mensagem de que a paz só se consegue através da guerra e da imposição cultural, Herói é bonito visualmente, mas não consegue passar disso.

Crimes em Wonderland

Baseado em fatos reais. Em 1981, o brutal assassinato de quatro pessoas na rua Wonderland leva ao envolvimento do astro pornô dos anos 70 John Holmes. Será? Duas pessoas diferentes (e ambas envolvidas de alguma forma) contam seus lados da história, e fica a cargo do espectador decidir em quem acreditar.

Maluco, frenético, diferente e com uma PUTA trilha sonora, o filme consegue ao mesmo tempo ser pesado e divertido, despreocupado e intenso. Uma grande película, que entra pros melhores da lista de Filmes Bacanas dos Quais eu Nunca Tinha Ouvido Falar (ou “Aqueles Que Eu Vi Na Locadora E, Na Falta De Outro Que Chamasse Mais A Atenção, Resolvi Levar”), cujo topo ainda é ocupado por Donnie Darko.

Fiquem atentos. Sempre que for possível, mais cinema em DVD analisados de maneira curta, seca e preconceituosa.

PS: alguém conhece o trabalho da cantora Aimee Mann? Eu ouvi o disco Lost in Space (não, não é do filme e muito menos do seriado) e gostei. Gostei muito.

Fase Negra!!

(Aí André, vou te dar uma força..)

Estava sentado no banco do passageiro do Gol do meu pai, quando, nao lembro por qual motivo, o carro parou no acostamento. Não posso dar detalhes pois a minha memória é fraca. Naquela época, por volta de meus 9 anos de idade, ainda achava algo irreal dirigir um carro, portanto ficava bem quietinho no banco do passageiro, na frente, quando meu pai permitia.

Eis que quando o carro parou no acostamento, meu pai saiu. Foi até o porta-malas e voltou com o LP azul do “Zezé di Camargo e Luciano” na mão. No auge da minha breguice infantil, não sabendo absolutamente nada da vida, brilhei meus olhos ao ver aquele bolachão preto, que vinha com um encarte interno contendo as letras de todo o disco e algumas fotos da dupla, com aquelas calças que subiam até doer os fundilhos e uns cinturões com cavalo lapidado.

Aquela foto do Zezé, na capa, é uma coisa que até hoje não sai da minha cabeça, com aquele cabelo curtinho nas laterais da cabeça, praticamente raspado e tomado de gel e uns “mullets” atras da cabeça. Fora a franja dos dois na capa, com uma leve simulação de penachos.

É, me lembro bem do momento em que minha alegria veio à tona. Era um presente de aniversário da época que pouco via meu pai, e nós ouvíamos LP em casa e rádio, apenas rádio, no carro.

Mas é um momento brega que eu não posso negar que tive. Ainda nessa época, fui cortar o cabelo lá no Pedro e, sentando na cadeira, com o Pedro perguntando o que eu queria e meu pai sentando ao lado, eu disse: Quero igual àquele do Zezé.

Agradeço todos os dias ao meu pai que, ao olhar desconfiado do Pedro, fez um leve sinal de reprovação com a cabeça. E eu saí dali ainda como gente normal. Graças a Deus.

Abraços

PS: Alguém leu a história do David Coimbra desde último domingo em ZH? Muito boa!

A Dança da Impunidade

O texto abaixo eu enviei ao email da deputada federal SP Angela Guadagnin, após ler o post do Noblat (o título inclusive foi roubado dele), que por sua vez eu encontrei no Martelada, do Träsel. Ter que assistir a isso foi o pior de tudo.


Vergonha

Prezada Senhora Angela Guadagnin

É com horror que presenciamos – nós, cidadãos brasileiros – o festival de corrupção e impunidade que assola o Brasil nos últimos meses.

É com horror que, perplexos, acompanhamos o surgimento de – cada vez mais – dinheiro desviado, obscuro, oculto, ilegal. É dessa forma que, aos poucos, vemos brotar na população a indignação que, mesmo existindo há muito tempo, ainda não foi capaz de mobilizá-la.

É com horror que assistimos, uma a uma, às absolvições dos envolvidos em um dos maiores esquemas de corrupção que esse país já viu. 2006 é o ano que marca a minha completa decepção – e talvez a de todos os cidadãos conscientes desse país – com a política brasileira e com os MEQUETREFES e SALAFRÁRIOS que, ano após ano, buscam apenas seu próprio sustento. Provavelmente não conhecem o significado real de palavras como “democracia”, “república” e “decência”.

Infelizmente a senhora é farinha desse saco. A prova está na DANÇA VERGONHOSA que a senhora protagonizou ao COMEMORAR A ABSOLVIÇÃO DE UM ENVOLVIDO NO JÁ FAMOSO VALERIODUTO. A prova real de que a impunidade não é a exceção neste pobre país terceiro-mundista, mas a regra. E pessoas como a senhora só fazem aumentar o desapontamento de todos com esse CIRCO chamado Brasília.

Espero realmente que a senhora tome uma atitude digna – ao menos uma – e deixe o seu cargo de deputada federal. Porque definitivamente não é para pagar o salário (abusivo) de pessoas como você que o povo brasileiro paga seus impostos.

Atenciosamente,

Kleiton Semensatto da Costa
Porto Alegre / RS


Beijos nas gurias, abraços no resto e bastante gasolina para incendiar Brasília. Com todos eles lá, é claro.